País tem 56.121 óbitos e 1.280.335 casos confirmados de Covid-19.

O Brasil tem 56.121 mortes por coronavírus confirmadas até as 8h deste sábado (27), aponta um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou na sexta-feira (26), às 20h, o 19º balanço, com os dados mais atualizados das secretarias estaduais naquele momento.

Desde então, GO, RN e RR divulgaram novos dados. Veja os dados atualizados às 8h deste sábado (27): 56.121 mortos 1.280.335 casos confirmados (Na sexta-feira, 27, às 20h, o balanço indicou: 56.109 mortes, 1.055 em 24 horas; e 1.280.054 casos confirmados) Medição de temperatura evita disseminação da Covid-19? Veja perguntas e respostas MEMORIAL: Grávidas, indígenas, profissionais de saúde...

veja quem são as vítimas da Covid-19 no Brasil EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19.

Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados.

Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h.

Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos.

“Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo.

O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho.

Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia.

Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo.

Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença.

Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Nesta sexta (26), o órgão divulgou um novo balanço.

Segundo a pasta, houve 990 novos óbitos e 46.860 novos casos, somando 55.961 mortes e 1.274.974 casos desde o começo da pandemia – números menores que os apurados pelo consórcio.

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